Em 25 de março a Igreja festeja solenemente o anúncio da Encarnação do Filho de Deus.
O Verbo Divino que assume nossa natureza humana.
Com alegria contemplamos o mistério de Deus, Todo-poderoso, que na origem do mundo cria todas as coisas com sua Palavra, porém, desta vez escolhe depender da palavra de um frágil ser humano, a Virgem Maria, para poder realizar a Encarnação do Filho Redentor: "o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem e disse-lhe: 'Ave, cheia de graça, o Senhor é contigo. Não temas Maria, conceberás e darás a luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus'. Maria perguntou ao anjo: 'Como se fará isso, pois não conheço homem?' Respondeu-lhe o anjo: O Espírito Santo descerá sobre ti. Então disse Maria: Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra." (Lc 1.26-38).
Sendo assim, esse é o dia de proclamarmos: "E o verbo se fez carne e habitou entre nós" (Jo 1,14). Cumprindo desta maneira a profecia de Isaias: "Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal; uma virgem conceberá e dará a luz um filho e o chamará: Deus Conosco" (Is 7,14).
Dada a importância da devoção a Santíssima Virgem dentro da Legião, os legionários se consagram, todos os anos, individual e coletivamente, à Nossa Senhora, no dia 25 de março numa cerimônia que tem o nome Acies.
Convidamos a todos os leitores deste blog da Legião de Maria a participar desta festa. Data importantíssima para nós legionários, no Santuário Nossa Senhora da Salette. -rua Dr. Zuquim 1746, Santana, SP- às 14h.
Quem
estiver fora dessa região e quiser participar, informe-se na sua
paróquia com os legionários, onde e quando será realizada a Festa do
Acies na sua região.
Esperamos vocês!
Legião de Maria, Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres.
Parada Inglesa, São Paulo, SP
Salve Maria!
Blog da Legião de Maria da Paróquia de Nossa Senhora dos Prazeres em São Paulo.
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Anunciação do Senhor
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terça-feira, 13 de março de 2012
José o obediente de Deus
"E agora José?"
Quem já não ouviu ou não usou a expressão do poeta mineiro? É lembrada facilmente nas situações confusas e complicadas da vida. Revela a perplexidade ou a angústia perante os "nós" ou dúvidas existenciais!
O José da Bíblia passou por isso antes do poeta. Um dia a "luz apagou" na vida deste José. A gravidez de Maria, sua noiva, lhe é inexplicável. Fica abismado, mas está cônscio da presença de Deus nela e tem certeza de sua honestidade. Não a quer difamar. Resolve ir para longe, correndo o risco de ser ele o difamado.
José não diz palavra.
E quando o anjo lhe esclarece a situação, simplesmente a leva para casa como esposa. Maria dá a luz o filho que ele não gerou, mas é ele quem lhe dá o nome.
É imperioso considerar a obediência de São José à vontade de Deus como inseparável da obediência ao Senhor, o jovem casal vivia um amor inimaginável e acima de todos os sentimentos comuns.
O Papa João Paulo II escreveu: "José, obediente ao Espírito, encontra precisamente nele a fonte do amor, do seu amor esponsal de homem. E este amor foi maior do que aquele 'homem justo' poderia esperar segundo a medida do seu próprio coração" (15.8.1989).
Biografia ele, José, não teve. Não foi poeta. Não se sabe com certeza histórica onde e quando nasceu, nem onde e quando morreu. No entanto, no mundo inteiro e em todos os séculos e culturas, o seu é um dos nomes mais comuns em todas as línguas. Isto porque a figura e a missão de São José na vida e no mistério de Cristo são marcadas por sua obediência pronta e total ao querer divino.
Ele cooperou com o mistério da Encarnação desde o matrimônio com Maria. Ela foi instrumento direto e físico gerado de sua carne o Verbo. José foi instrumento indireto e moral, por consentir num casamento virginal e por integrar a Sagrada Família.
Criou a indispensável condição para manter, visibilizar e proteger a dignidade da gravidez da esposa e a educação do Jesus menino e adolescente no meio social. Torna-se mesmo impossível fazer uma reflexão teológica sobre a Encarnação do Verbo de Deus, excluíndo a pessoa do pai nutrício de Jesus.
É-nos difícil imaginar como Maria e José puderam passar e suportar todas as provações decorrentes da compreensão do mistério do Salvador. Por exemplo: o nascimento em Belém, a fuga para o Egíto, a perda no Templo, a rejeição e o ódio das autoridades, a própria incompreensão dos discípulos.
Tudo lembrava a "espada de dor cortando o coração", profetizada por Simeão na apresentação do recém-nascido Jesus no Templo. Osdois sempre unidos na obediência a Deus: Maria, a virgem do "faça-se a sua vontade", e José, o justo por obediência. Ela e ele viveram a perfeição dessa virtude. Sem dúvida ensinaram Jesus a obedecer na vida em Nazaré, e aprenderam dele a mesma coisa: "Não sabeis que devo me ocupar das coisas do Pai?" (Lc 2,40).
Texto originalmente publicado na revista de Aparecida - Campanha dos devotos.
Quem já não ouviu ou não usou a expressão do poeta mineiro? É lembrada facilmente nas situações confusas e complicadas da vida. Revela a perplexidade ou a angústia perante os "nós" ou dúvidas existenciais!
O José da Bíblia passou por isso antes do poeta. Um dia a "luz apagou" na vida deste José. A gravidez de Maria, sua noiva, lhe é inexplicável. Fica abismado, mas está cônscio da presença de Deus nela e tem certeza de sua honestidade. Não a quer difamar. Resolve ir para longe, correndo o risco de ser ele o difamado.
José não diz palavra.
E quando o anjo lhe esclarece a situação, simplesmente a leva para casa como esposa. Maria dá a luz o filho que ele não gerou, mas é ele quem lhe dá o nome.
É imperioso considerar a obediência de São José à vontade de Deus como inseparável da obediência ao Senhor, o jovem casal vivia um amor inimaginável e acima de todos os sentimentos comuns.
O Papa João Paulo II escreveu: "José, obediente ao Espírito, encontra precisamente nele a fonte do amor, do seu amor esponsal de homem. E este amor foi maior do que aquele 'homem justo' poderia esperar segundo a medida do seu próprio coração" (15.8.1989).
Biografia ele, José, não teve. Não foi poeta. Não se sabe com certeza histórica onde e quando nasceu, nem onde e quando morreu. No entanto, no mundo inteiro e em todos os séculos e culturas, o seu é um dos nomes mais comuns em todas as línguas. Isto porque a figura e a missão de São José na vida e no mistério de Cristo são marcadas por sua obediência pronta e total ao querer divino.
Ele cooperou com o mistério da Encarnação desde o matrimônio com Maria. Ela foi instrumento direto e físico gerado de sua carne o Verbo. José foi instrumento indireto e moral, por consentir num casamento virginal e por integrar a Sagrada Família.
Criou a indispensável condição para manter, visibilizar e proteger a dignidade da gravidez da esposa e a educação do Jesus menino e adolescente no meio social. Torna-se mesmo impossível fazer uma reflexão teológica sobre a Encarnação do Verbo de Deus, excluíndo a pessoa do pai nutrício de Jesus.
É-nos difícil imaginar como Maria e José puderam passar e suportar todas as provações decorrentes da compreensão do mistério do Salvador. Por exemplo: o nascimento em Belém, a fuga para o Egíto, a perda no Templo, a rejeição e o ódio das autoridades, a própria incompreensão dos discípulos.
Tudo lembrava a "espada de dor cortando o coração", profetizada por Simeão na apresentação do recém-nascido Jesus no Templo. Osdois sempre unidos na obediência a Deus: Maria, a virgem do "faça-se a sua vontade", e José, o justo por obediência. Ela e ele viveram a perfeição dessa virtude. Sem dúvida ensinaram Jesus a obedecer na vida em Nazaré, e aprenderam dele a mesma coisa: "Não sabeis que devo me ocupar das coisas do Pai?" (Lc 2,40).
Texto originalmente publicado na revista de Aparecida - Campanha dos devotos.
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