quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mãe Peregrina

A Legião de Maria no dia 26 de maio homenageou a Mãe Peregrina na Catedral da Sé. A imagem que veio de Portugal...
Eis alguns momentos:











quinta-feira, 17 de maio de 2012

Uma oração cheia de amor e devoção à Nossa Senhora


A Maria, distribuidora das graças.
Maria é o tesouro do Senhor e a tesoureira das suas graças!
Ela enriquece superabundantemente os seus servos com dons espirituais.

Oração

"Ó Rainha e Mãe de Misericórdia, é realmente com liberalidade duma Rainha e amor mais amável das mães que dispensais as graças a todos os que a vós recorrem.

Hoje, pois, me recomendo a vós, despojado qual sou de méritos e virtudes, e por isso insolvente para com a Justiça Divina.

Ó Maria, tendes a chave do tesouro das divinas misericórdias: lembrai-vos da minha pobreza e não me abandoneis numa tão grande penúria.

Sois tão pródiga com todos, e acostumada a dar mais do que vos pedem: mostrai a mesma generosidade a meu respeito.

Ó Mãe de misericórdia, bem o sei, é para vós prazer e glória ajudar os mais miseráveis, e podeis ajudá-los enquanto não se obstinam no mal; pecador me confesso, mas, longe de mim obstinar, quero mudar de vida!

Podeis então me socorrer; socorrei-me e salvai-me.

Hoje me ponho inteiramente entre as vossas mãos: dizei-me o que devo fazer para agradar a Deus, tenho a votade de fazê-lo, e espero escutá-lo com o vosso socorro, ó Maria, minha Mãe, a minha Luz, a minha consolação, o meu refúgio, a minha esperança."

Amém


Postado por Valdenice Marques Barbosa

domingo, 13 de maio de 2012

Oração pelas Mães


Louvado sejas, meu Senhor, pelas mães. Pela mãe de cada um de nós, por tua mãe, Maria de Nazaré, que quiseste que também fosse nossa mãe; por todas as mães, as vivas e as falecidas.

Louvado sejas, meu Senhor, pelas mães pobres ou doentes, pelas mães sobrecarregadas pelo trabalho, no emprego ou em casa; pelas mães doadoras de muitas vidas; pelas mães não amadas por seus filhos; pelas mães solteiras e pelas que morreram ao darem à luz uma vida nova.

Louvado sejas, meu Senhor, pela dedicação que cada um de nós recebeu de sua mãe; pela doação de todas as mães a seus filhos.

Louvado sejas, meu Senhor, porque pelo amor das mães revelas o rosto materno de teu amor a todos os homens.


Amém



(Da tradição Portuguesa)

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Amarás o teu próximo como a ti mesmo

Amarás o teu próximo como a ti mesmo
(Mt 22, 39; cf. Rm 13, 8-10) 

Amar o próximo “como eu me amo” é realmente o primeiro passo na escola do Amor. Por outro lado, “amar a si mesmo” não é nada fácil, como nos ajudou a compreender Pe. Antonello.

Amar-se de verdade é um caminho e um desafio contínuo em nossa vida, uma profunda exigência de vida: “Faze isso e viverás!” (cf. Lc 10,28) diz Jesus ao legista no começo da parábola do Bom Samaritano. Um certo psicólogo, Marxwell Maltz, diz que o amor a si mesmo é uma das normas mais higiênicas e essenciais da saúde psicológica e do equilíbrio emocional, pois o homem age segundo a imagem que tem de si.

Para nós cristãos, porém, o amor a nós mesmos não é só isso, nem é algo regido por nosso arbítrio, é um mandamento! Quem não ama a si mesmo não reconhece o Amor que Deus tem por ele e se coloca numa atitude de revolta contra Deus. Não amar-se, não aceitar-se é como dizer que Ele errou ao nos criar assim como somos, é não reconhecer e não acolher Seu Amor por nós; é como por uma trava no amor para com Deus e com o próximo, pois é a experiência do amor de Deus que nos habita, que nos impulsiona a amar o próximo.
“Amados, se Deus assim nos amou, devemos nós também amarmos uns aos outros” (1 Jo 4, 11).

“Amarás a teu próximo como a ti mesmo.”

Às vezes, uma errada interpretação da palavra “Amor” nos leva a pensar que o amor a si mesmo seja egoísmo e, por isso, pecado. De fato, o “amor” é um dos termos mais equivocados, pois o inimigo procura de toda forma deturpar, profanar o amor para agredir Deus pois, “Deus é Amor” (1 Jo 4, 8b).

O Pe. Paulo Ricardo, em seu livro “Um olhar que cura”1 (de quem aconselhamos a leitura) diz que o amor por si mesmo (amor próprio) é, primeiramente, positivo e trata-se de uma “virtude” – se Deus nos amou e somos seus filhos, filhos amados, somos bons! E mesmo que pecamos, que estejamos doentes, Ele não nos abandona, pois enviou seu Filho Unigênito que morreu para nos salvar. Somo preciosos para Deus! Valemos o seu sangue! Como diz S. Pedro, não fomos resgatados por ouro ou prata, mas pelo seu sangue precioso (cf. Pd. 1, 18-19) e, feitos à imagem de Deus somos “santos” porque Ele é santo (cf. 1 Pd 1,15).

Mesmo quando pecamos, “a parábola do Filho Pródigo revela um Pai que valoriza mais a pessoa que erra do que os erros que ela comete [...] que não abandona quem dele Dele desiste” 2. Augusto Cury, um dos autores mais lidos de nosso tempo e caríssimo amigo nosso, freqüentemente repete que Deus tem um romance de amor com cada homem único e irrepetível no céu da existência e que por isso precisamos ter “um caso de amor conosco mesmos” 3. Muitas vezes somos carrascos de nós mesmos e, por isso, duros, tristes, irritados com os outros.

Precisamos compreender-nos a nós mesmos, acolher-nos nos nossos dons e limites “abraçarmo-nos mais” como um projeto maravilhoso do Pai que nos chama a descobrir nossa essência, nossa missão mais profunda, que nos chama a um êxodo contínuo de tudo que nos rouba de nós mesmos, de tudo que nos impede de “sermos Amor”. Precisamos compreender que nossa vida é uma viagem, um contínuo recomeçar, um colocarmo-nos apaixonadamente em caminho, sem desanimar nas quedas, reconhecendo nossos limites e os limites dos outros, como ocasião de crescimento na humildade, no amor, na purificação necessária para tornarmo-nos o que somos em nossa essência! “Desde já somos filhos de Deus, mas o que nós seremos ainda não se manifestou” (1 Jo 3, 2a).

“Amarás a teu próximo como a ti mesmo.”

Amar a si mesmo inclui, por isso, a luta ao pecado cujo salário é a morte, a desfiguração da nossa beleza mais profunda, a destruição da vida plena de nosso ser. Precisa então fugir do “falso amor de nós mesmos”4 que é a raiz de toda nossa doença espiritual. Trata-se do “amor a si contra si” como acontece com o caminho de todos os vícios. O homem imoral procura na luxúria, na prostituição a própria felicidade enganando-se na busca de um falso “amor de si” que na sua realidade gera destruição do próprio equilíbrio afetivo, dos relacionamentos familiares no adultério, do autocontrole nos seus instintos levando-o à escravidão dos vícios, à perda da vida de graça e da comunhão com Deus e com os irmãos, fechando-o numa angustiante solidão que é antecipação do inferno do eu fechado no eu, incapaz de encontrar o amor que busca e pelo qual foi criado. Expressa muito bem este engano diabólico o Santo Padre Bento XVI falando aos jovens que procuram a própria felicidade onde a felicidade termina de existir.


“Amarás a teu próximo como a ti mesmo.”

Como viver então esta Palavra?

Buscando tudo o que nos permite crescer no Amor. “Finalmente, irmãos, ocupai-vos com tudo o que
é verdadeiro, nobre, puro, justo, amável, honroso, virtuoso ou que de qualquer modo mereça louvor, então o Deus da Paz estará convosco!” (Fil 4, 8.9b)

Procuremos “doarmo-nos” o tempo necessário para “saborear” o Amor de Deus que nos alcança através da providência, da vida, das circunstâncias, da natureza. Procuremos contemplar sua Palavra, suas maravilhas, sua presença nos irmãos que encontramos. Procuremos crescer em conhecimento, capacidade, dons, desenterrando os talentos que muitas vezes ficam enterrados em nós, “perdendo tempo” para amar, descansar no amor da família, na alegria das amizades verdadeiras, estreitando novos laços de comunhão, cuidando da harmonia do lar, de um prato bem preparado, sabendo agradecer os tantos dons de Deus, “olhai as aves do céu, os lírios dos campos, não valei vós mais do que eles?” (Mt 6, 25ss).


1 Azevedo Jr, Pe. Paulo Ricardo de. “Um olhar que cura”, p.88 ss. São Paulo: Ed. Canção Nova, 2008
2 Cury, Augusto. “Os segredos do Pai-Nosso: A solidão de Deus”, p.26. Rio de Janeiro: Sextante, 2006.
3 Cury, Augusto...
4 Ibdem 1, p.20

Pe. João Henrique

















sexta-feira, 4 de maio de 2012

Para os internautas da Legião de Maria

Maio, mês em que procuramos ficar mais perto do coração de Maria, como se precisasemos de um mês para recorrer a Ela. Pois, como mãe de Jesus e nossa Mãe, está sempre a nos proteger. Por isso, queremos aos Vossos pés, Ó Virgem Imaculada! Convosco nos alegrar, porque desde a eternidade fostes eleita Mãe do Verbo Eterno e preservada da culpa original.

Dou graças à Santíssima Trindade, que nos enriqueceu com este privilégio em vossa conceição Imaculada.
Maria é como um lírio que brota no jardim de cada coração.

Também não podíamos deixar de dizer que quando Deus quis demostrar o seu amor para conosco, colocou na terra alguns seres especiais, para que nos amassem, cuidassem de nós e nos protegessem. Algumas pessoas chamam esses seres de Anjos, mas eu as chamo de Mães. Sim, as mães com sua presença amiga e forte, nos apoiando nos momentos mais difíceis, seu amor constante, sua paciência sem limites. Enfim, todas essas e muitas outras virtudes tão presentes em todas elas, e que as tornam especiais, preciosas e muito queridas por todos nós!

Parabens a TODAS as Mães!!

Aproveitamos para convidar a todos a participarem do terço em homenagem a Nossa Senhora no mês de maio, todas as quartas feiras, na paróquia Nossa Senhora dos Prazeres, as 15hs.

Salve Maria!


Postado por Valdenice Marques Barbosa

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Para os internautas da Legião de Maria


Quantas pessoas suspiram sob o peso das circunstâncias de suas vidas; quantas desejam um novo começo. Para isso Jesus nos diz: "venham a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e eu vos aliviarei" (Mt 11, 28). E chegando ao fim da Quaresma, onde nos preparamos para a Páscoa que nos convida a uma renovação de vida, a um renascimento em Jesus Cristo, é que alcançaremos este recomeço. E renascendo em Cristo, devemos evangelizar e anunciar sua boa nova. Agradecer pelo dom da vida, pelo alimento em nossas mesas, por nossa saúde, que estamos tendo consciência de sua importância e por todas as graças obtidas.
Vamos viver em Cristo todos os dias da Semana Santa e todos os outros dias do ano.
Paz de Cristo e a intercessão de Maria. Quanto mais paramos para meditar sobre a grandiosidade de Maria, mais nos encantamos com seu grande amor de Mãe.
Estamos vivendo o tempo da Quaresma, estamos na Semana Santa, tempo esse, que nos leva a meditar sobre a Paixão e Morte de Jesus. Ai vem a presença firme de Maria ao pé da Cruz, junto a seu filho.
Em João (19, 26-27), Jesus ainda lança seu olhar para sua mãe, que estava ao lado de João e diz: "Mulher, eis aí teu filho" e depois disse a João: "eis aí tua mãe". E dessa hora em diante o discípulo a recebeu em suacassa. Por isso não podemos ter dúvidas em recebermos a Mãe Dolorosa em nossas casas, pois é com a intercessão Dela, junto a seu filho, que chegaremos a bendizer e louvá-la como a Mãe das Graças, que muitas vezes deixamos de meditar e conhecer mais intimamente.
Essa mãe que nos ama e quer que todos os seus filhos sejam felizes.

Feliz Páscoa com Jesus e Maria para todos os internautas.


Salve Maria!!




Postado por Valdenice Marques Barbosa

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Amar por Primeiro

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo”

(Mt 22, 39; cf. Rm 13, 8-10)

Estamos vendo como, para poder progredir para um amor perfeito, o primeiro passo é amar o outro como eu me amo. É preciso conhecer-se no profundo do coração, conhecer os próprios limites, feridas, dons, capacidade. Tudo isso exige um caminho, porque não é nada fácil se conhecer e se amar.

Tantas vezes lutamos e ficamos com raiva de nós mesmos por saber por que temos determinadas reações e comportamentos, que nos deixam de boca aberta. Acontece também de nos sentirmos tão difíceis, tão complicados, que desistimos de tudo, embora seja forte o desejo e a necessidade ir além dos nossos erros e feridas interiores. Quantas pessoas encontramos deprimidas, esgotadas, que não se aceitam, chegando ao limite de se rejeitar e procurar compensações na droga, álcool, sexo depravado e, no final, caem ainda mais, chegando ao fundo do poço, abandonando-se em um nada que leva à morte?

Creio que todos nós temos esta experiência devido ao tipo de vocação-carisma de cuidar dos últimos, pequeninos, pobres, abandonados, que Deus nos deu. Quantos deles chegaram ao limite da morte física e espiritual porque não se aceitaram, sentindo-se fracassados na vida familiar, no trabalho, nos relacionamentos com os outros. Decidiram se matar, matar o seu próprio ser, se esconder numa vida “de lado”, “de esquina”, tendo na mão uma pedra de crack, uma garrafa de álcool ou jogando-se num barzinho fétido com uma garrafa de cerveja na geladeira pronta para uso.

Amar a si mesmo não é nada fácil, exige uma escolha pessoal constante, tendo a coragem ir além dos próprios fracassos, lutando contra muitas dificuldades e imprevistos, às vezes com fantasmas desconhecidos que habitam o próprio inconsciente. Lutando sem ver resultados, sentindo-se fraco, sem forças, procurando alguma coisa que o convença a desistir da luta, tornando-se um nada, vencido, não se reconhecendo, nem reconhecendo os outros e Deus.

Aqui nasce uma realidade terrível: temos medo de nós mesmos, das nossas reações incontroláveis… temos medo por nós mesmos. É o medo de perder a identidade, de não saber mais quem somos. Sentimo-nos ameaçados no mais profundo pelas próprias forças demoníacas que habitam nosso inconsciente. Parece que tudo e todos que vivem ao redor são e vivem somente pensando modos de como nos destruir. A situação, assim, se torna sem retorno e tudo leva ao pânico, à autodestruição.

Jesus é totalmente contrário a estes pensamentos destruidores. Ele nos diz para amarmos os outros, mas, primeiramente, amar-se a si mesmo. Ele acredita em nós e vai além das feridas, pesadelos, limites, dificuldades. Repito: ele acredita em nós! Tem confiança na nossa pessoa e nos responde dizendo-nos que quem não perder a sua vida por Ele não é digno d’Ele. Ele nos pede para amarmos a nós mesmos, encontrando-nos no outro e, sobretudo, n’Ele, que é o Outro por excelência.

A chave, então, é esta: eu me encontro, eu me amo, eu me conheço se amo e não espero nada dos outros. Eu tenho todas as capacidades e dons recebidos de Deus na minha natureza para amar-me e amar os outros e descubro estas capacidades somente se me amo por primeiro e se a minha vida é dada exclusivamente para os outros. O segredo para viver o primeiro grão do amor, que é amar os outros como eu me amo, passa por esta escolha: amar por primeiro. Eu me amo acreditando que tenho em mim mesmo todas as forças, capacidades, para amar-me e amar sem medida os outros.

Este passo é bem concreto e real. Por exemplo: se uma pessoa me calunia, eu decido amá-la primeiro. Outra pessoa tenta me afastar de um amigo, eu a amo por primeiro e faço de tudo para ser a chave da reconciliação entre todos. Acontecendo uma situação onde não se vive o perdão na fraternidade, no grupo Arco-Íris, no Talita Kum, nos grupos de casais, eu sou o primeiro que se move para procurar a reconciliação, o diálogo, a compreensão, a descoberta e destruição das coisas confusas que criam ruptura. Não espero que o outro me procure ou procure ser ele o reconciliador, eu faço de tudo para amá-lo primeiro.

Estes dias, eu estava com um pai. Havia mais de um ano que não falava com a filha. Ela chegou até a colocá-lo na Justiça para receber dinheiro dele. A situação parecia sem volta e a menina projetava outros motivos contra o pai. Eu, que olhava “de fora”, percebi claramente que a revolta contra o pai era devida a uma necessidade escondida, profunda, de querer o pai de volta para ela e, não podendo tê-lo, isto estava se transformando em ódio violento. O sentimento de um pai é sempre, no fundo, o amor para os filhos, não tem jeito!

O pai decidiu perdoá-la e dar o passo de reconciliação primeiro, sem esperar o amor da filha. Difícil, humanamente falando, porque significava, para o pai, se abaixar e permitir à filha pensar que somente ele errou, fazendo da filha uma heroína destruída pelo desamor do pai. Ainda assim, ele decidiu dar o passo sem esperar uma resposta positiva da filha. Somente amar!

O resultado foi um abraço recíproco e, hoje, recebe todo dia um telefonema da filha, que se preocupa com a saúde e o dia-a-dia do pai. Este pai descobriu que para amar a filha precisava acreditar em si mesmo. Ele se deu conta de cancelar, se esquecer do mal que a filha fez contra ele. Ele se amou a si mesmo, nas suas capacidades, dons, valores mais altos que um ódio sem fim, que leva à morte, e amou sem querer resposta da filha. A resposta chegou porque ele amou primeiro.

Devemos acreditar que nada vale guardar mágoas ou pensar e se convencer, com raiva, que “somente eu tenho razão”. Não é nada disso. Na vida em Jesus não é assim. Devo ser eu a compreender que recebi de Deus o dom de amar, indo além das dificuldades pessoais e alheias. De Jesus compreendemos que o mundo pode mudar somente se vivemos o primeiro grau do amor: “ama os outros como amas a ti mesmo!”. Faça esta escolha: ame-se, amando por primeiro. Tire o orgulho, a vaidade, a soberba do seu ser para, humildemente, amar sempre sem esperar nada dos outros.

Este é o caminho da santidade, do verdadeiro amor, que não pretende, mas… ama! Ama a si mesmo amando os outros sem limites, sempre sendo o primeiro, mais rápido, intuitivo, imediato no amor e nas escolhas. Irá fazer o outro feliz e você estará realizado como pessoa. Que na sua vida os outros possam dizer, olhando-o: é uma pessoa realizada na vida. Sempre sorridente, sempre disponível, sempre atento, sempre o primeiro, sempre esquecido dele mesmo, sempre seguro, com resposta sábia e profunda. Um homem, uma mulher, de Deus que se ama e cuida do caminho de santidade dele mesmo.

Possa você tornar-se um exemplo para os outros porque decidiu amar e amar sempre, sem parar em nenhuma dificuldade pessoal e alheia. Você pode! É somente acreditar naquilo que Jesus lhe propõe: “ama os outros como te amas!”.

Finalizando, digo com força: decida-se a amar aquilo que o Jesus lhe oferece, seja o primeiro de todos. Sim, seja o primeiro, sem esperar a resposta dos outros.

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo”

(Mt 22, 39; cf. Rm 13, 8-10)
 
 
Pe. Antonello Cadeddu
 
 
Texto copiado de www.misericordia.com.br